A ascensão da telemedicina no Brasil
A regulamentação da telemedicina no Brasil veio para ficar. O que começou como alternativa emergencial durante a pandemia, hoje se consolidou como modelo de atendimento complementar em diversas especialidades médicas.
Mas junto com a popularização vieram os desafios: como comunicar esse serviço ao público de forma clara, ética e estratégica? É aí que entra o marketing para serviços de telemedicina.
Por que marketing específico para telemedicina é essencial?
Muitos pacientes ainda têm dúvidas sobre o funcionamento, segurança e eficácia de uma consulta online. Por isso, a comunicação deve ser clara, educativa e confiável. Quando bem feito, o marketing de telemedicina:
- Quebra objeções com informações acessíveis
- Constrói autoridade para o profissional ou clínica
- Aumenta o agendamento de consultas online
- Otimiza o uso do tempo do consultório e amplia o alcance geográfico
Canais essenciais para divulgar consultas online
- Google Ads com palavras-chave geolocalizadas
Aposte em termos como “consulta online com dermatologista”, “psiquiatra telemedicina em Curitiba” ou “ginecologista online com prescrição”. - SEO com foco em intenções de busca
Otimize o site e blog com conteúdos como:
- “Como funciona a telemedicina?”
- “É possível prescrever remédios por consulta online?”
- “Consulta médica por vídeo: é confiável?”
- Instagram e Reels informativos
Use a força das redes para mostrar bastidores, explicar como é a consulta online e tirar dúvidas do público de forma leve e visual. - E-mail marketing para pacientes da base
Se você já tem pacientes atendidos presencialmente, uma campanha de e-mail pode ser o empurrão que falta para migrarem para o online quando necessário.
Erros comuns ao divulgar serviços de telemedicina
- Focar apenas no preço
Isso reduz a percepção de valor e transforma o serviço em commodity. Mostre benefícios reais: praticidade, segurança, acompanhamento, acolhimento. - Usar termos técnicos ou confusos
Evite jargões. Fale como o paciente fala: “consulta por vídeo”, “atendimento online”, “consultar sem sair de casa”.
Desrespeitar normas do CFM
Nada de divulgar fotos de antes e depois, prometer curas ou usar depoimentos sem autorização expressa e documentada.
A chave está na confiança e clareza
Um serviço digital como a telemedicina exige uma comunicação ainda mais cuidadosa. Afinal, o paciente está escolhendo um cuidado à distância — e precisa sentir que será bem acolhido mesmo por uma tela.
O segredo não é apenas ter o serviço, mas saber posicioná-lo corretamente. Isso exige estratégia, consistência e profundo conhecimento das normas do setor.
FAQ – Marketing para serviços de telemedicina
1. Posso fazer anúncio de telemedicina no Google?
Sim, desde que respeite as diretrizes do Google Ads e do CFM. Evite promessas e use termos informativos.
2. Quais especialidades se beneficiam mais com a telemedicina?
Psicologia, psiquiatria, nutrição, dermatologia, ginecologia e clínica geral estão entre as que mais se adaptam ao modelo online.
3. Preciso de um site para divulgar a consulta online?
Sim. Um site institucional otimizado com informações sobre o atendimento online transmite segurança e melhora o posicionamento no Google.
4. A consulta online pode ser mostrada no Instagram?
Sim, desde que respeite as normas do CFM. Foque em mostrar o funcionamento, tirar dúvidas e informar. Evite transformar o atendimento em espetáculo.


